Você talvez conheça o UTMB Index, essa ferramenta desenvolvida para situar seu nível, orientar suas escolhas de prova e, às vezes, te comparar aos outros. Baseado em uma escala de 0 a 1000, esse index mede a performance de um trail runner em 4 categorias: 20K, 50K, 100K e 100M. Pois é, acredite: o sistema de pontuação dele evolui para resultados mais adequados, mais justos e mais precisos. Essa nova versão deve fazer bem a todos os corredores reticentes, que apontavam diferenças às vezes difíceis de entender. A gente te apresenta as principais mudanças do UTMB Index 2.0👇.
Em abril de 2026, o mundo do trail levou um pequeno banho de juventude 💅. Esse número permite acessar inscrições prioritárias, participar dos sorteios das grandes provas UTMB World Series e, para a elite, conquistar qualificações diretas 🚀. O UTMB Index 2.0 entrou oficialmente em vigor. Não é só uma repaginada para ficar bonito no seu perfil. É uma reprogramação do algoritmo que rege suas chances de pegar um número de peito nas World Series. Se você percebeu que sua pontuação mexeu alguns pontos (em média 2 % de variação), é porque a ferramenta ficou bem mais "inteligente" 🧠. Ela não se limita mais a dividir seu tempo pela distância; agora ela finalmente tenta entender o sofrimento e a tecnicidade por trás de cada passada 🏔️.
A grande revolução é que o index finalmente para de comparar alhos com bugalhos 🥕. Antes, uma performance em um 50 km rolante às vezes podia esmagar um feito em um 50 km técnico em grande altitude ⛰️. Isso acabou! O novo cálculo integra a altitude máxima e as variações de inclinação. O objetivo? Parar de comparar performances que não têm nada a ver entre si em termos de esforço 💥. Em outras palavras, se você sobe a 2 500 metros de altitude e sua como um porco, isso será levado em conta e valorizado no seu tempo 🐷. Sua pontuação agora reflete a realidade alpina, o esforço bruto é recompensado tanto quanto a velocidade pura 💨. É uma excelente notícia se você curte percursos quebrados e técnicos em que o cronômetro desaba, mas o comprometimento é total 🧗♂️. A falta de oxigênio na altitude também é levada em conta 🌬️ .
A outra grande mudança é a gestão dos abandons (DNF) ❌. Até aqui, abandonar uma prova podia pesar como uma espada de Dâmocles no seu histórico. Com a versão 2.0, o UTMB tira essa pressão: seus abandonos não impactam mais negativamente sua pontuação. Você pode, portanto, decidir parar para evitar uma lesão sem detonar suas estatísticas 😮💨. É uma baita notícia para a elite que quer proteger a temporada 😮. Além disso, a nota se apoia nos melhores resultados das suas 3 últimas anos, dando mais peso às suas performances recentes 📆. Em resumo, é um modelo que acompanha sua curva real de forma, não suas glórias passadas de três anos atrás 😉. A gente já te imagina dizendo "poxa, isso não me ajuda, já não tenho mais a forma dos meus 20 anos" 😂.
Porque dados são legais, mas entendê-los é melhor, sua nova página de corredor vira um verdadeiro painel de controle. Você agora pode ver com precisão quais provas fazem sua média subir (ou estagnar) e, sobretudo, antecipar sua evolução futura 📈. A ideia é a transparência total. Você não está mais diante de um número misterioso, e sim de uma análise contextual da sua carreira (profissional, né 😎) de trail runner. Boa notícia para as mamães do trail🤰. Situações de vida como a maternidade agora são levadas em conta, com um congelamento do index por 5 anos para atletas de elite (oi Marion Delespierre, Camille Bruyas...🐣).
Em resumo, o Index 2.0 é mais justo, mais preciso e, sobretudo, muito mais próximo da realidade que você enfrenta a cada fim de semana! 🏅 Alguns corredores estavam no limite do corte do sorteio; portanto, essa nova versão pode mudar o acesso deles a uma prova 💪.
Então, você já deu uma olhada na sua nova pontuação 2.0 ? 🤪
A plataforma de nova geração que permite a todos os corredores de qualquer nível, (re)descobrir o território francês e todo o seu património, ao encontrar as corridas que mais se lhes adequam.